A ação sustenta que a babá cumpria jornadas de até 14 horas diárias, com pernoites obrigatórios e acionamentos durante a madrugada para cuidar das crianças. Ela também diz que parte do salário era paga "por fora", sem registro em carteira, além de afirmar que exercia outras funções domésticas e teria sido impedida de buscar atendimento médico quando sofreu uma reação alérgica.
LEONARDO VOLPATO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ator Juliano Cazarré se pronunciou pela primeira vez sobre o processo trabalhista movido por uma...
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