Apesar do porte que alcançou, Alê Costa, fundador do grupo, ainda acredita que uma eventual entrada na Bolsa poderia acrescentar complexidades que afetariam o principal benefício dessa atitude no negócio: a velocidade de crescimento.
Com um faturamento de R$ 9 bilhões, quase 5.000 lojas e um modelo de negócios que se diversificou para além da venda de chocolates - com hotéis e,... leia mais no Notícias ao Minuto Brasil aqui.

